Podes martelar as teclas até doerem os dedos, E através deles fazer escorregar pensamentos e medos, Pintar as imagens que não sabes desenhar, E fintar a alma na nova forma de escrevinhar...
Não se adivinha nenhuma letra cansada, Não se descobre a lágrima desnudada, Nem um nervoso papel amarrotado, Mas aquilo que se sente lá ficará... Para ser tão docemente admirado.
Comentários (3)
Ponta Solta 2006-09-04 18:09
Podes martelar as teclas até doerem os dedos,
E através deles fazer escorregar pensamentos e medos,
Pintar as imagens que não sabes desenhar,
E fintar a alma na nova forma de escrevinhar...
Não se adivinha nenhuma letra cansada,
Não se descobre a lágrima desnudada,
Nem um nervoso papel amarrotado,
Mas aquilo que se sente lá ficará...
Para ser tão docemente admirado.
(pelo menos no caso do escrito-na-areia)
Nan 2006-09-12 05:53
trini!!! 2006-09-28 13:36