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1 de janeiro de 2010 ·  

Comentários (17)

magarça 2009-01-29 18:46

São bonitas, luminosas e bem animadas!

tinta 2009-01-30 09:33

essa passou-me ao lado e já não tive tempo de a apanharas flores, as janelas, as festas?

Joana Éme. 2009-02-28 12:34

e que bonito poema que "somos".;)adoro os teus blogues, um a um. *-*

Luis 2009-03-01 17:41

somos é porreirodeviamos ser todos mais vezesps. eles também gostam de ti

jessica vega 2009-11-17 03:48

saudades ...por fim sei como escrever de novo nos seus posts. <br /><br />bjs<br />jessica

L 2009-11-17 14:36

também tinha saudades de te sentir por aqui...

Cerejinha 2009-12-04 15:56

E no dia em que "fecho a porta", venho aqui e sai-me uma rifa premiada :-)

L 2009-12-04 16:34

esta também foi uma das várias vezes que fechei a porta<br /><br />mas é da natureza das portas, abrir e fechar

jessica vega 2009-12-18 03:53

continuo por aqui .... bjs

jessica vega 2010-01-02 04:39

oie de novo ,,, <br /><br />espero que continues nos festejando com as tuas poesias e pensamentos e sutilizas e ... com tudo que você carrega nelas .....<br /><br />um inusitado 2010<br />beijo<br />jessica

Luis 2010-01-07 17:55

bem hajas, Jessica

jessica vega 2010-01-09 02:23

queria poder entrar nos teus laberintos ...sao tantos ...

Luis 2010-01-11 11:09

È da natureza dos labirintos, serem abertos. Senão, seriam caixas.

jessica vega 2010-01-20 20:26

vou adentrando ... pode deixar .... (bj)

Fipa 2010-08-02 19:08

abandonast o blog?!

bemsalgado 2010-09-06 12:21

Sendo o infinito uma tontería que ninguem conhece nem conheceu, cómo é que tu sabes que nâo alcanzam os teus bolsos para guarda-lo?<br /><br />O zero, em troques, é muito popular e está ao alcance de maiorías.<br /><br />E nâo te digo mais, porque... <br />quem sente muito, cala.

Luis 2010-09-06 15:04

por tua causa, desenterrei-me um pouco por aqui. conforme ia andando<br /><br />somos é porreiro<br />devíamos ser todos mais vezes<br /><br />antes labirinto que caixa<br /><br />e de resto calo-em também<br />é mais fácil falar quando não se sente<br /><br />são aqueles momentos em que as coisas transparecem, é a mão, o abraço, a boca, os olhos, o riso, sei lá<br /><br />não me saiu bem, foi o melhor que arranjei, agora, neste escritório a carregar com os dedos nestas teclas de plástico

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