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Não entendo a malta que se veste para ir para a cama

31 de janeiro de 2013

Comentários (8)

Luis Rodrigues 2013-01-31 10:17

Ontem, cinco e tal da manhã. Perdido em divagações e mil e um tretas. Estive quase para vazar as ditas tretas num novo blogue. Para pôr as coisas com pouco ou nenhum sentido. Que desperdiçar é feio.

Já tinha nome e tudo. Treta e um. Trocadilho com Trinta e um :), onde o um seria eu, e a treta o resto.

Depois tive um assomo de lucidez e deixe-me ficar quieto.

Uma Rapariga Simples 2013-01-31 13:21

Da próxima vez, experimenta criar uma página num dos 399547 blogues que tens, sempre dá menos trabalho a gerir. :D

Quanto ao post, não entendes porque não vives numa casa como a minha. Se vivesses, até entendias que o pessoal vestisse camisolas de lã para ir para a cama.

Luis Rodrigues 2013-01-31 13:51

Pois, tanto que tens razão (e lucidez) que foi um bocado isso que fiz.

Vou almoçar. Vestir-me por dentro.

bemsalgado 2013-01-31 13:53

E nâo sera mais dificil de entender o fazer a cama cada dia sendo como é que, para dormir, o único imprescindivel é ter sono e pór-se horizontal.

Eu moro na rua que da acceso a um sepulcro pela que chegavam os francos em partidas de meio cento com dois dedos. O pai do Châo Manu de Viveiro disse que o sepulcro é de Prisciliano, e pede sinaturas no seu blogue para nâo sei qual reconhecimento. Deus nâo o queira: O que da de comer hoje a muita gente é outros muitos acreditar que essa é a tumba do irmâo menor dos Zebedeos que chegou até estas terras numa barquinha de pedra.

As coisas mudam co passo do tempo. No México cantam: De piedra ha de ser la cama, de piedra la cabecera.

Tanto atrás não chego, eu durmo no ferro.

Até mais cedo do que mais tarde.

Luis Rodrigues 2013-01-31 15:14

antes que me perca, acabei de saber que israel bombardeou a siria, a primeira coisa que me veio à cabeça foi o que força é essa do sergio godinho

não me digas que nunca sentiste
uma força a crescer-te nos dedos
e uma raiva a nascer-te nos dentes
Não me digas que não me compr'endes

fui procurar um utube não encontrei nada de jeito, tentei fazer um as três pancadas, quando notei a tecnologia me estava a deixar frustrado, parei

fica o melhor do que já está feito

http://www.youtube.com/watch?v=t2lR4BLdrAQ

Luis Rodrigues 2013-01-31 15:21

bemsalgado, companheiro de lutas que nunca lutámos

quando te ouço/leio o mundo muda um bocadinho.
houvesses mais

agradeço-te por isso

digo-te só que me é tão difícil de entender quanto a ti

e verdade é que nascemos da terra e acabamos na pedra

no entretanto arranjamos almofadas para abafar os dias

falta-nos ferro

um grande abraço, como sempre para sempre

(e não te esqueças da minha condição)

bemsalgado 2013-01-31 17:56

SIRIA:

Amigo Luís: eu tenho um grande problema para monstrar literalmente a minha indignaçâo tentando agredir oralmente a outros. As fórmulas de insulto mais graves que tenho apreendido nâo me servem de ajuda.
Os maiores insultos conhecidos socialmente sâo para mim:

1.- "Filhos de puta, e Me cago na puta nai que os pariu"

Eu nâo posso utiliza-los por respeito, nâo á mae, que todos os animais respeitamos, senâo tambem, e particularmente, ás putas, que já nâo tantos respeitam.

2.- "Me cago em Deus"

Eu nâo posso faze-lo, porque, por uma banda, nâo acreditando nele, constitue para mim uma expresâo vazia de conteudo, estúpida sem mais para mim, e pela outra, e sobre tudo, porque o respeito pelos crentes nâo mo permite.

Como consecuencia, tenho verdadeiros problemas para insultar ou ofender de palavra, em particular a escrita, porque sou um completo ignorante.

Quinta-feira, 28 de Abril de 2011:
http://beminvitados.blogspot.com.es/2011/04/proa-siria-si-ria-riase-por-no-llorar.html

O que é que posso dizer agora entâo?
Agora que estâo perto de rematar este "trabalho", e prontos para começar outro do mesmo gênero.

Me cago na puta nai que os pariu.

Luis Rodrigues 2013-02-01 10:31

porque muitas vezes ao ver estas coisas, a dor que sinto acaba por ser maior que a raiva, tento não ver e não saber
Mas a verdade é que não devo, e não consigo

Aquele povo está doente. Em passagem por Israel, vi um monumento com um carterpillar, um monumento à demolição de casas.
Casas de pessoas que como todos nós, têm o direito a uma vida, a tentar serem felizes.
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