Terceira vez que publico isto, mas não como memória
No peito uma dor que entope a fala e que a pede. Uma dor inexplicável e insolúvel que brota águas e uivos lancinantes e não pára e nada pára. A dor dos desastres recorrentes. A dor que já não sei se é de ti, se de mim, se de tudo ou de tanto nada. A dor que quero curar e nada cura.
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Comentários (2)
lmiguelgomes67 2015-10-13 15:25
luis0rodrigues 2015-10-13 17:45
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