É o que se vai passar, para a semana, com muitos que trabalham na função pública. Porque em muitos serviços foi concedida tolerância de ponto na tarde de quinta. (E depois haverá quem tire meio dia de férias.)
Eu estou incluída nesse grupo (só até à parte da tolerância) e por isso estou muito à vontade para dizer o que vem a seguir, tipo expor o corpo às balas.
Por regra, sou contra as tolerâncias de ponto.
Não lhes reconheço quaisquer vantagens.
Não lhes vislumbro argumentos bem alicerçados para se sustentarem.
Constituem mais um aspecto que cria ruído nas diferenças público / privado, pois é a função pública que mais funciona assim. Num 'pormenor' emerge com mais força a questão das benesses do ´público'.
Nalguns sectores, nomeadamente os que têm 'brigadas' a trabalhar nas vias, obras várias, é muito difícil de articular meios dias de folga; não funciona.
Há a reprodução de um esquema justificado com 'o hábito', ao qual não vislumbro significado. E quem quiser seguir essa tradição, pode jogar com os dias de férias. É apenas uma questão de disciplina.
(Quando abri, pareceu-me que 'Sexta às quintas' era um link... Se é, comigo não foi ter a lugar nenhum, mas pode ser efeito do corpo baleado. :))
Luis Rodrigues2016-03-29 14:49
que fazer a um ponto tolerante?
Luis Rodrigues2016-03-29 14:49
e a um corpo baleado?
Isabel Pires2016-03-29 15:06
Um ponto tolerante aguenta-se sem se tolerar.
Um corpo baleado reconstrói-se. Uma e outra vez... Sem um limite previamente definido. Nem o próprio o conhece.
Comentários (4)
Isabel Pires 2016-03-18 23:08
Luis Rodrigues 2016-03-29 14:49
Luis Rodrigues 2016-03-29 14:49
Isabel Pires 2016-03-29 15:06
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