Tinta no bolso
  •  
  • Músicas
  • Cinema
  • Sei lá
  • Amor
  • Soturnos
  • Indignações
  • Desvarios
  • Arquivo
Entrar 🔍
  •  
  • Músicas
  • Cinema
  • Sei lá
  • Amor
  • Soturnos
  • Indignações
  • Desvarios
  • Arquivo
Entrar 🔍

Faltas-me

4 de fevereiro de 2019 ·  

Comentários (12)

Ana Gilbert 2019-02-04 23:54

Maravilhoso...

Luis 2019-02-05 00:02

é a minha terra, o meu mar, o meu rio, o meu céu, a minha areia sem aquilo não sou o mesmo, até a gaivota é minha ?

Ana Gilbert 2019-02-05 00:02

e isso tudo é onde? :)

Luis 2019-02-05 00:06

Setúbal (Portugal), dum lado Troia (a foto de cima) do outro a Serra da Arrabida (abaixo) <img src="https://nit.pt/wp-content/uploads/2018/11/10bbb0d7aa2e42d518a719d6aed62df7.jpg">

Ana Gilbert 2019-02-05 00:08

ainda não conheço... lindo lugar...

Luis 2019-02-05 00:12

E ao lindo soma-se o lá ter crescido foi ali o primeiro beijo, o primeiro amor, os primeiros risos, as primeiras maluquices

bemsalgado 2019-02-08 11:57

"é... o meu mar" "O mar (que está a nossa frente) é nosso" (quer dizer, patrimonio familiar, do seu pai), afirmaba o Peninha, e não aceitava ser contrariado en algo que era indiscutível. Isto era já assim há mais de 60 anos. Eu só o soubem há duas semanas quando mo disse. O rapaz cos seus poucos anos manejaba com soltura principios da lógica aristotélica. Por tanto, se ele vía que quem trabalhava na terra só o podía fazer na que lhe pertencia, seu pai, pescador, que trabalhava no mar alto, por força tinha que ser seu dono, por tanto, "o mar é nosso". O mar que começava por fora de Monte Louro. A ría era propriedade coletiva dos banhistas da praia e dos coristas do convento onde veraneavam, a onde ele chegaria mais tarde para aperfeiçoar o seu conhecimento da lógica co tomismo. "O mar é meu". Perdoa, Luis, mas não o é. Se é dos Pena não é dos Rodrigues. Esse mar que tu dizes vai desde Ortigueira, e mais ao N., até Sagres, e mais ao sul. E seja Setúbal, a Costa da Caparica ou o Palmar de Troia, estão nele inmersos. Assim anda o mundo! Mal repartido. Anda por aí quem diz que tudo o mundo é seu... E neste mundo que nos possui aos dois... dâo-lhe a razão!! "até a gaivota é minha". Assim de grosseiro é tudo o que esta a acontecer. Mas eu vi cá por outro motivo. O de acusar, a destempo, recibo de um abraço intemporal e desmotivado. E qual é o jeito adequado de correspondência a um tal abraço? Se isto valeu, fica feito e dou-me por satisfeito: A dívida de abraçadeiras foi paga pois. https://carrabouxo.es/2019/02/04/carra3-2-19/

bemsalgado 2019-02-12 08:02

... Dá a impressão que não valeu. E se for entregue em mão, pessoalmente? Amanhã, quarta-feira? https://carrabouxo.es/2019/02/07/carra6-2-19/

Luis 2019-02-16 12:30

Acho que nos desencontramos Bemsalgado, fiquei com pena. Fica aqui o grande abraço acumulado para a próxima. O carrabouxo tem história por trás?

bemsalgado 2019-02-21 15:47

bemsalgado 13 Fevereiro, 2019 às 11:10 Já te tinhas ido quando eu cheguei? Cheguei tarde? A árvore fica. Ay as raízes. Grande abraço desde longe, de tão longe como Lisboa. Apos alcançar a ponte e dizer o que disse, eu souvem que, em vez de pernas, tinha patas de pau. E lembrei, que essa mesma sensaçâo tinha precedido a uma fratura de gemêos padecida faz algum tempo fronte ao Cafe Pessoa na rua Garrett. Era a EAP, pensei, que passava fatura pelo meu atrevimento do dia anterior, de caminhar de corrido desde a Versailles até a Casa dos Parafusos. Entendo que sejam assuntos que estão longe das tuas capacidades de compreensão. Mas, as coisas são como são... E eu não sei dizer verdades. E já na tarde-noite, quando te li: " Luis 13 Fevereiro, 2019 às 15:20 Curioso que as palavas mais mágicas são curtas: sal mar mãe … desculpa estou num projecto que arrancou esta segunda feira, e tem-me saido dos ossos tem sido de falta de sol a falta de sol, ontem só quando me fui deitar, é que me apercebi que o meu porto tinha jogado para a liga dos campeões… e talvez tenha sido a primeira vez que me aconteceu Estás cá? não está fácil mas ‘organizo-me’" E sendo que, para mim, o que de manha era de buxo, ainda virando de tarde a rosa, de pau continuavam, compreendi que o que se precisava era, eu de mais descanso, e tú de mais tempo para trabalhar, sem reorganizacâo porra! Eu também o sinto muito, Luís. Antes que nada a falta da vossa companhia. Como também o saber do feche da Confeitaria Suiça no Rossío para a construção dum Hótel nâo me prestou, ou a despariçâo da Braz &amp; Braz, desde 1777. Sâo das pequenas grandes perdas que descubri em Lisboa nesta ocasião. O que vai ser de Portugal sem as suas "crepinettes" é motivo para preocuparse seriamente? Voltar para a Galiza coa escolha de vinhos galegos que tinha feito para a ocasião, também não me resultou grato. Grande abraço aos dois. Cá te espero.

Luis 2019-02-22 17:44

Veio-me á cabeça a questão das coisas que se querem fazer e das coisas que se têm que fazer. Para além do bom senso como encontrar o equilibrio entre prazer e obrigação? No meio de tanta ciência e legislação, ninguém escreveu umas regras que se possam seguir? Neste caso é simples resolver por este reencontro adiado. grande abraço!

bemsalgado 2019-02-21 19:49

Do Carrabouxo, não entendo tua pergunta. Historia por tras, e coherencia, tem muita, dele falam seus desenhos melhor do que eu possa dizer. O Carrabouxo, ha dois anos numa manifestação em defesa da língua: http://beminvitados.blogspot.com/2017/05/say-yay-17-de-maio-17.html Nos derradeiros dias: https://carrabouxo.es/2019/02/13/carra12-2-19/ https://carrabouxo.es/2019/02/20/carra18-2-19/ https://carrabouxo.es/2019/02/20/carra19-2-19/

Inicia sessão para comentar

Seguir este blogue

© 2026 Tinta no bolso