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Estive a dar uma vista de olhos nas notícias. A casa pia, o mancini, a domótica, uma história da Petrobrás e mais isto e aquilo.
Mas que interessa tudo isso, se houver sol?
Estive a dar uma vista de olhos nas notícias. A casa pia, o mancini, a domótica, uma história da Petrobrás e mais isto e aquilo.
Mas que interessa tudo isso, se houver sol?
Sei da inutilidade de 'partilhar' vídeos. Como se espetando um link numa página da internet alguém pode-se sentir o que estamos a sentir.
Mas este pequeno momento de ilusão alivia-me, por isso permito-me.
E num ímpeto de normalidade, desejo a quem o veja, um bom (primeiro dia do) ano de 2013.
acabei de pedir uma aliança, e trouxeram-me um copo
pedi ao pai natal um futuro que já veio, mas o gajo diz que não pode ser
os telejornais são feitos a mando de anormais, por anormais, para anormais, a bem da normalidade
Por falar em normalidade, a norma é oferecer prendas que vão para a prateleira. Ou porque quem oferece escolhe inconscientemente as coisas que ela própria gosta, ou porque não faz a mínima ideia do que a outra pessoa gosta, ou porque não se está para se chatear a escolher e oferece a mesma coisa a toda a gente.
Acordei com estas palavras na boca. É por isso que as coisas que escrevo são curtas. Não as escolho, surgem-me.
Ouvido hoje na rádio: Há quem sonhe com coisas que aconteceram, e explicam porquê. Eu sonho com coisas que nunca acontecerão e pergunto, porque não?
A melhor forma de mentir é com a verdade
Vicky la Bouche e Melissa Divan
Passei na Fnac e vi no top de vendas
um livro chamado 'O Miúdo que Pregava Pregos numa Tábua'.
Isto é um tipo de titulo que está sempre a aparecer. Se algum dia escrevesse um livro, ia chamar-se 'O homem que se levantou e tinha comichão na sola do pé e coçou'.