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O maluco acredita em consequências.
O maluco acredita em consequências.
Às vezes, o maluco quando quer piscar o olho, pisca os dois.
A diferença entre ter estilo e fazer figura de parvo é uma coisa muito difícil.
Estranho. A vontade de ser ouvido por pessoas que não nos querem ouvir.
Foda-se. Hoje comprei um jornal e arrependi-me. Arrependo-me sempre.
A carne nobre ou a salsicha nobre?
A subida a um pico torna-nos eufóricos. Yupiiii, estou aqui tão alto, vejo tudo, domino o mundo. A vontade é correr, saltar. Estando num pico, onde é que isso nos leva?
O sábio quando chega ao pico, senta-se e saboreia.
O momento máximo da vulnerabilidade é ao adormecer. Quando não nos resistimos.
O maluco acha que se devia gastar menos dinheiro em hospitais e mais em formas de espalhar as doenças.
Dizem que para acabar com o desemprego é preciso facilitar o despedimento.
Então, para acabar com as doenças é preciso facilitar ficar doente.
Lógico. Para o maluco não é muito, mas ele não é uma pessoa lógica.
Que há-de fazer um queniano na bélgica?