os dias do absurdo
assim que abro os olhos começo a não compreender
nem no acordar encontro sentido
para além do mero acaso
e do esperado
assim que abro os olhos começo a não compreender
nem no acordar encontro sentido
para além do mero acaso
e do esperado
Olho para ele e tenho dificuldade em ver o que trará de novo.
Talvez tenha andado em demasia pelo passado.
I think last night
You were driving circles
around me
ao sol
há sempre amanhã
Por vezes acordo e ponho os dias a acontecer, momento a momento
com mãos de fada
escandaloso impressionante surpreendente impactante perturbante revoltante gritante inusitado inesperado emocionante ofensivo ultrajante desagradável agressivo forte brutal duro injurioso vituperioso ferino contumelioso lindo maravilhoso deslumbrante belíssimo notável singular fascinante assombroso espantoso esplêndido
So hold me, Mom, in your long arms
In your automatic arms.
Your electronic arms.
In your arms.
So hold me, Mom, in your long arms
Your petrochemical arms
Your military arms
In your electronic arms
tenho mil vidas
em cada dia nasço outra vez
Escolas por todo o mundo seguem um modelo. Um edificio com salas fechadas, onde um professor que é a autoridade da sala, passa informações aos alunos que as devem aprender.
Nos anos 70 surgiu um movimento que procurou inventar uma escola alternativa. Há cerca de 200 pelo mundo todo e uma em Portugal. A escola da Ponte. Quem a queira visitar é acompanhado por um aluno. É o primeiro sinal de que esta não é uma escola como as outras.
A escola da ponte não tem paredes internas a separar turmas por idade ou disciplinas. Agrupam-se por áreas de interesse independentemente da idade.
Não há filas de carteiras voltadas para um professor. Há mesas redondas com fontes de informação, livros, videos, internet.
Não se ensina as regras de cidadania, pratica-se. As regras e disciplina são debatidos em assembleias gerais de alunos e tutores.
Os planos de trabalho individuais e de grupo são feitos pelos próprios e acompanhados por um tutor.