O sol sou eu
Um gajo lembrou se um dia de dizer que o inferno são os outros.
E até ao fim dos seus dias teve que explicar que o queria dizer não era nada daquilo que perceberam
Não deixa de ter piada tentar vampirizar a cousa
Um gajo lembrou se um dia de dizer que o inferno são os outros.
E até ao fim dos seus dias teve que explicar que o queria dizer não era nada daquilo que perceberam
Não deixa de ter piada tentar vampirizar a cousa
qual sacrifício, puro prazer caraças
Ana da casa amarela, sabes de onde saio de onde entro
a violência calma com que te
Quero lhe contar como eu vivi
E tudo o que aconteceu comigo
Viver é melhor que sonhar
Eu sei que o amor é uma coisa boa
Mas também sei que qualquer canto
É menor do que a vida
De qualquer pessoa
Minha dor é perceber
Que apesar de termos
Feito tudo o que fizemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Como os nossos pais
navegar no século quinze

navegar no século vinte e um

Para além do penálti roubado, que faz com
que um homem se lance para a frente e perca
a vida à luz do sol: que será?
não peço muito, só ando á procura de tudo
ao sol até o inferno tem graça
sou muito obediente, quando o multibanco diz
'Antes de imprimir, pense no Ambiente'
penso no ambiente e só depois imprimo
basta-me olhar para saber que não percebo nada de nada,
e o que finjo entender, é só para poder viver
gostava de saber escrever bem sobre coisa nenhuma