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zapping

apanho uma homenagem à lady nina simone feita de gravatas e violinos

desliguei e fui ouvir a nina simone preta

So I run to the Lord
Please hide me, Lord
Don’t you see me down here prayin’?
But the Lord said
Go to the Devil, the Lord said

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Comentário promovido a gente grande

Os meus vinte e cinco tostões sobre o eixo do mal e do bem.
Isso dos eixos é mais uma manobra da reação. Sabotagem, em resumo.
Há para aí uns maduros a teorizar que isto entrando nos eixos, seria o melhor dos mundos.

Orgasmos múltiplos diários a pedido. Distribuição pública de francesinhas. Apropriação coletiva da Empresa Portuguesa de Mojitos Livres. Drones individuais com sois incrustados. O porto a jogar como no tempo do Vilas Boas.
Enfim, uma cena fixe.

Se a sabotagem vencer e isto entrar nos eixos, vão ver que não têm graça nenhuma.

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Like a hurricane ‘fore I go


Your breath is sweet Your eyes are like two jewels in the sky Your back is straight, your hair is smooth On the pillow where you lie But I don’t sense affection No gratitude or love Your loyalty is not to me But to the stars above One more cup of coffee for the road One more cup of coffee ‘fore I go To the valley below

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Passei há pouco pela lista dos 15 maiores poemas de amor. Algo ali nos diz que maior é melhor e ninguém quer perder o melhor, certo?

Uma lista de bons poemas de amor tem menos piada. Poemas de amor que gosto, só tem o apelo de ser a verdade.

O primeiro poema da lista é vendido como “consegue descrever com precisão, em algumas linhas, como é estar apaixonado”. Perderam-me logo no “descrever com precisão” e depois as “algumas linhas” são 36 frases e muitas palavras. Mas acaba a fazer referência directa à melhor definição que jamais vi do que é estar apaixonado

 

 

amar é ter medo e querer morrer

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Porta fechada

Porta fechada

A porta fechada
A cara voltada
O chão se aproxima

Do murro arrependido
Do elevador não caído
O corpo se aperta

E eu não sou já de mim
sou do gosto que não dei
e de mim se tomou

E não sei que mais tarde
serei das águas do Tejo
ou doutro rio mais aquém

Não terei trejeito, nem jeito sequer
poderei quanto muito rimar
com quem, como eu, tal não puder:
Uma cor, uma pedra ou talvez um pomar.

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